sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Peças em jeans aliam sustentabilidade e conforto com novas tecnologias

Cada vez com mais preocupações ambientais, a indústria da moda cria produtos pensando nos princípios da sustentabilidade, mantendo tendências e o estilo da própria marca.


Nessa linha, a Tavex apresenta vários produtos pioneiros em tecnologias sustentáveis.

É o caso do Bio Denin, produtos em jeans produzidos com acabamento de algodão reciclado e feito exclusivamente com fibras e fios reaproveitados do seu próprio processo industrial. A fabricação utiliza ainda um amido natural no lugar de gomas sintéticas, proveniente do fatiamento da batata nas indústrias de batata-frita.

A Bio Denin trocou produtos sintéticos por orgânicos, ajudando o meio ambiente e as famílias que ajudam na produção (Foto: Divulgação)

O acabamento das peças foi desenvolvido a partir da manteiga de cupuaçu em substituição aos amaciantes sintéticos. O consumo promove a responsabilidade social por meio do apoio ao desenvolvimento das comunidades locais da Amazônia. No total, 700 famílias são beneficiadas por este projeto. Além do Bio Denim, cerca de 75% dos denins produzidos pela Tavex já recebem o acabamento.

Para as próximas coleções a marca lança o Denin Therapy, que é um jeans que incorpora no tecido a tecnologia de biocerâmica.

A biocerâmica consiste em uma combinação de vários óxidos metálicos que, depois de aquecidos, adquirem a propriedade de captar os raios de sol e o calor do corpo e convertê-los em raios infravermelhos. O corpo humano reage a este estímulo dilatando os vasos sanguíneos produzindo conforto térmico e a sensação de bem-estar.

Aplicado no denim, a tecnologia aumenta a temperatura do corpo e auxilia na ativação da circulação sanguínea, além de melhorar a eliminação de toxinas, aumentar a energia corporal, facilitar as trocas celulares e produzir uma melhor oxigenação e senso de equilíbrio.

Outras marcas que apresentam produtos jeans sustentáveis são a Tristar, a Diesel com a linha Pure Organic, a Levi’s com a linha Levi’s Eco e a Index.

 
 
fonte: http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2010/08/06/pecas-em-jeans-aliam-sustentabilidade-e-conforto-com-novas-tecnologias/

terça-feira, 13 de julho de 2010

Comissão da Câmara aprova mudanças no Código Florestal

Por 13 votos a 5, os deputados federais aprovaram nesta terça-feira (6), em comissão especial, o texto-base da reforma do Código Florestal (Lei 4.771/65), do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Destaques que poderiam alterar o documento foram rejeitados. O resultado da votação foi recebido aos gritos de "retrocesso" por parte dos ambientalistas presentes na comissão e "Brasil" pelos ruralistas, que apoiam o relatório de Rebelo.

Agora, a matéria segue para votação no plenário da Câmara dos Deputados e depois para o Senado. Caso haja mudança, ele volta a ser discutido e votado pelos deputados antes de ir à sanção presidencial. Como a pauta de votações do plenário está obstruída, a proposta só deve sair da Casa no próximo semestre.
O texto mantém a chamada "anistia" para quem tiver cometido crimes ambientais. As multas e demais sanções aplicadas até 22 de julho de 2008 ficarão suspensas nas áreas de preservação permanente, até que o Plano de Regularização Ambiental estabeleça como ocorrerá a regularização das propriedades. Segundo o projeto, se o produtor cumprir o plano, não pagará as multas.


Rebelo não mexeu na proposta referente à reserva legal, que vale somente para os imóveis acima de quatro módulos fiscais. De acordo com a lei atual, imóveis rurais devem ter pelo menos 80% de reserva legal na Amazônia; 20% na Mata Atlântica e 35% no Cerrado.

Uma das principais modificações apresentadas é que os Estados não poderão mais arbitrar sobre tamanho da vegetação das APPs (Áreas de Proteção Permanente) às margens dos rios de cursos d’água que possuam de cinco a 10 metros-- as chamadas matas ciliares.

O projeto de Rebelo, contudo, alterou a largura da mata ciliar dos rios com menos de cinco metros de largura. O código atual prevê que o produtor mantenha 30 metros de mata ciliar nesses rios. O texto do deputado propõe a redução para 15 metros. Antes, Rebelo chegou a propor a redução para 7,5 metros, mas aumentou a área após pressão de ambientalistas.

Na avaliação do relator, entre os principais avanços da reforma do código está a moratória do desmatamento e a regularização fundiária. “Durante cinco anos não será permitida a abertura de novas áreas para agricultura e pecuária. Ao longo do processo de discussão, daqui para frente, a proposta ainda pode sofrer outros aperfeiçoamentos”, disse.

A pressão dos parlamentares também rendeu em mais uma modificação no documento. Rebelo aceitou a sugestão de agricultores para que seja feita a compensação florestal em áreas do mesmo bioma, mas, não necessariamente, no mesmo Estado. Locais como São Paulo e Rio Grande do Sul, por exemplo, possuem restrições de promover a recomposição das áreas degradadas em seus próprios territórios, por falta de espaço, segundo os ruralistas.

O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) criticou a aprovação do código. “Como ficam os produtores que respeitaram a lei? Eles foram prejudicados. Isso gera sensação de impunidade. Não que eu seja a favor de punir os pequenos [produtores], esticar prazo, mas não a anistia”, defendeu o deputado. “A questão de dar autonomia aos Estados é inconstitucional. Isso será levado ao Supremo Tribunal Federal e será contestado”, afirmou.

Aldo disse “desconfiar” que o assunto seja votado no plenário da Câmara só após as eleições. “Fui longe demais com esse negócio. Agora, os líderes que tem que definir [quando o assunto entra em pauta no plenário]. Sinto que cumpri a minha tarefa, mas nem todos ficaram totalmente satisfeitos", afirmou Rebelo.

Pressão popular

Manifestantes do Greenpeace conseguiram entrar na sala da comissão com alarmes e faixas com os dizeres "não vote em quem mata as florestas”. A chegada do grupo atrapalhou a ordem de votação feita por cada partido. Eles foram retirados pelos oficiais da Polícia Legislativa o local.

Desde ontem, mais de 200 pessoas acompanham as discussões e votações do código florestal. A maioria delas está vinculada a movimentos ruralistas como a Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais).

A entidade representa 27 federações e cerca de quatro mil sindicatos do país. Eles patrocinaram inclusive camisetas aos manifestantes, que ocuparam além da sala da comissão outras quatro, com capacidade de 50 pessoas. Nesses locais, foram instalados telões que mostram ao vivo todos os debates que aconteciam na sessão.

O que é o projeto?

O projeto de lei dispõe sobre normas gerais sobre a proteção da vegetação, estabelece limites para as áreas de Preservação Permanente e as áreas de Reserva Legal; define regras gerais sobre a exploração florestal, o suprimento de matéria-prima florestal, o controle da origem dos produtos florestais e o controle e prevenção dos incêndios florestais, e prevê instrumentos econômicos e financeiros para o alcance desses objetivos.

 
 

 
fonte: http://noticias.uol.com.br/politica/2010/07/06/comissao-da-camara-aprova-texto-base-da-reforma-do-codigo-florestal.jhtm

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Ecossistema no Golfo do México levará anos para se recuperar da maré negra


Os ecossistemas e habitats afetados pelo vazamento de petróleo no Golfo do México necessitarão de anos para se recuperar, afirmou nesta segunda-feira o comandante da Guarda Costeira americana, almirante Thad Allen, em uma coletiva de imprensa na Casa Branca.


"Lidar com o vazamento de petróleo na superfície levará alguns meses", afirmou Allen, que coordena a resposta do governo ao vazamento que afeta desde abril o Golfo do México.



"Solucionar os problemas a longo prazo como recuperar o meio ambiente e os habitats levará anos", enfatizou.

O almirante também informou que a petroleira britânica British Petroleum (BP), responsável pelo acidente, conseguiu fazer a sucção de 11.000 barris de petróleo nas 24 últimas horas graças ao funil instalado sobre o poço.

"Nas últimas 24 horas passamos do bombeamento de 6.000 barris a 11.000 (1,75 milhão de litros)", afirmou o almirante Allen, acrescentando que espera incrementar a capacidade de captura de petróleo a 20.000 barris por dia, uma vez que a BP tenha transportado ao local os equipamentos adequados.

Hoje completa 50 dias do início do desastre, eu quero saber quando a empresa tomará medidas cabivéis para acabar com o vazamento do petróleo.

O Presidente Barack Obama até hoje não fez nada para resolver o problema, quanto isso animais e plantas morrem.




 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Professora Olindinense cria panfleto informativo sobre Meio Ambiente para distribuir para população.

A professora Diovesse Neves, desenvolve projeto com seus alunos do Instituto Criativa para distribuir panfletos informativos sobre preservação do meio ambiente.

A atividade extra classe tem como finalidade deixar os cidadões Olindinenses informados sobre desmatamento, como reduzir emissões de gases na atmosfera, entre outros conteúdos de muita importação para a população em geral.
Abaixo você leitor pode conferir o conteúdo do panfleto informativo!
Você ainda pode mudar o mundo...

REPLANTE – REDUZA – REUSE – RECICLE – REPENSE

93% da Mata Atlântica já foram destruídas. O desmatamento é o segundo maior motivo do aquecimento global. O corte ilegal das árvores e a ocupação desordenada estão destruindo a floresta, com um efeito devastador sobre a qualidade de vida de todo planeta.

Você sabia que o programa Ambiental da ONU (organização das Nações Unidas) está com a Campanha chamada “Bilhão de árvores, essa iniciativa é uma simples contribuição para um mundo mais verde.



1. Replante: plante uma árvore, se cada habitante do planeta plantar pelo menos uma árvore será possível reflorestar, na região da Mata Atlântica, uma área equivalente a um pequeno país, o que irá colaborar para reduzir os efeitos do aquecimento global.

2. Reduza: reduza o uso de carro em apenas 3,2 quilômetros por mês é possível economizar mais 1,1 bilhão de litros de gasolina por ano.

3. Reuse: no bebedouro troque os copos descartáveis pela sua própria garrafa de água; use sacolas ecológicas e reutilize sacolas. Se cada pessoas usar uma sacola plástica a menos por semana, cerca de 227 milhões de litros de petróleo usados no processo de produção serão economizados.

4. Recicle: recicle itens de vidro, metal e papel sempre que possível. Se cada pessoa no mundo reciclar duas revistas por ano, os aterros sanitários deixaram de receber 127 mil toneladas de papel.

5. Repense: pense sobre como economizar energia facilmente, use lâmpadas econômicas, apague as luzes e tire a tomada de aparelhos sem uso. Se cada pessoa do planeta tirar da tomada o carregador de celular fora do uso, 63 mil toneladas de CO² deixaram emitidos na atmosfera, o que equivale a tirar mais de 11 mil carros das estradas por um ano inteiro.

Estas são pequenas dicas para usar sempre. Lembre-se desses “cinco” passos simples durante a rotina diária. Use sua criatividade para reduzir, reusar, reciclar, repensar e replantar.

 
Iniciativa assim devem ser copiadas e aplicadas, só assim podemos salvar o planeta da destuição!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Organizações preparam cartilha para que educadores estimulem jovens a preservar o meio ambiente.

Três organizações não governamentais preparam o lançamento da cartilha Investigando a Biodiversidade: Guia de Apoio aos Educadores do Brasil. O objetivo é fazer com que os educadores consigam estimular os alunos para a preservação e conservação da biodiversidade a partir de sugestões didáticas e lúdicas. O guia é voltado para adolescentes de 11 a 14 anos. Mas, segundo os responsáveis, as atividades podem ser adaptadas para grupos de crianças e até adultos.

As entidades envolvidas são a WWF-Brasil, a Conservação Internacional e o Instituto Supereco. No Brasil desde 1996, a WWF é ligada à entidade internacional de mesmo nome presente em 100 países. Criada em 1987, a Conservação Ambiental está presente no Brasil e em mais 43 países. A brasileira Supereco foi criada em 1994 e desenvolve programas educativos, sociais e culturais na área de meio ambiente especialmente da Mata Atlântica.

A cartilha é uma adaptação brasileira para o material Exploring Biodiversity, publicação conjunta da Conservação Internacional e do WWF. O lançamento faz parte das comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade e do Dia Internacional da Biodiversidade comemorado no próximo sábado (22).

O guia para os educadores estará disponível a partir de amanhã (18) nos sites da Conservação Internacional (www.conservacao.org), Instituto Supereco (www.supereco.org.br) e WWF-Brasil (www.wwf.org.br).

O material, com 133 páginas, reúne textos e atividades práticas. O enfoque é a realidade brasileira. O guia estimula os estudantes a investigar, analisar e reconhecer a importância da biodiversidade, observando os serviços ambientais existentes e as espécies ameaçadas de extinção.



fonte: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2010/05/17/organizacoes-preparam-cartilha-para-que-educadores-estimulem-jovens-a-preservar-o-meio-ambiente.jhtm

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Projeto de revitalização no Povoado da Trindade, município de Cícero Dantas.

A diretora-presidente da ONG 4ª Geração, Jamille Ferreira de Santana, visualizando a necessidade da população do povoado da trindade, e que nós como orgão preocupado com a sociedade, decimos lançar o projeto de revitalizar um tanque existente no povoado da Trindade, municípiode Cícero Dantas.

Esse projeto tem como objetivo geral, implantar coletores de lixo próximo ao tanque, para que as pessoas comecem a jogar o lixo no lugar correto e dessa maneira dar um destino correto ao lixo que anteriormente era jogado nas aguas tornando-as improprias.


O nosso projeto também tem como foco implementar a educação ambiental nas escolas do povoado, demonstrando a importâcia da água para a população e os benefícios que esse projeto trará para a população em geral.

Com isso pretendemos contar com o apoio do Poder Executivo, Legislativo do município, além do Ministério Publico, para que o mais rápido possível possamos implementar o projeto no povoado e melhorar a qualidade de vida da população.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Petróleo faz com que aves deixem de voar e de mergulhar

As aves aquáticas estão entre as principais vítimas de desastres ambientais como o do Golfo do México. Os primeiros animais com o corpo coberto de óleo do vazamento da plataforma Deepwater Horizon foram achados na costa da Lousiana. O simples peso do óleo sobre as penas muitas vezes as impede de voar ou de nadar.





“As aves marinhas possuem um óleo natural que cobre o corpo e as possibilita de mergulhar no mar sem afundar”, explica Leandra Golçalves, coordenadora da campanha de oceanos do grupo ambiental Greenpeace. O pelicano pardo, a garça branca-avermelhada e o pato da Flórida estão entre as espécies em risco.

O filme que envolve os animais também altera seu equilíbrio térmico, e eles podem morrer de frio ou de calor, dependendo da estação. Isso não acontece apenas com as aves, mas também com mamíferos como baleias, golfinhos e leões marinhos. Para piorar, a ingestão do combustível derramado na água gera intoxicações graves nos animais.

Entre as espécies ameaçadas no acidente estão as tartarugas marinhas, a baleia cachalote e o atum azul - o Golfo do México é o único local de reprodução dos peixes dessa espécie que vivem no Atlântico.

De acordo com o International Tanker Owners Pollution Federation Limited (ITOPF), grupo especializado em desastres ambientais, o plâncton, do qual se alimentam diversos seres aquáticos, é claramente contaminado pelo petróleo em pesquisas laboratoriais. Entretanto, esses organismos são difíceis de serem estudados em seu próprio habitat, o que torna difícil mensurar os danos.

A coordenadora do Greenpeace lembra que o acidente não poderia ter ocorrido em momento pior. O mês de abril é temporada de reprodução de peixes, pássaros, tartarugas e outras criaturas marinhas no local. Por instinto, os bichos tendem a se assentar e, com isso, não conseguem fugir a tempo de se salvar. Segundo afirmam pesquisadores, 90% de todas as espécies marinhas do Golfo do México fazem uso das regiões costeiras e dos estuários do Rio Mississipi ao menos uma vez na vida para reprodução.


fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2010/04/30/cobertura-de-petroleo-impede-aves-de-voar-e-de-mergulhar.jhtm